Um espaço comum, nunca um lugar comum...

10
Mai 09

Se há coisa que eu gosto, é de filmes. Gosto tanto que até os faço na minha cabeça, por tudo e por nada! LOL Agora a sério, adoro filmes, adoro ir ao cinema mas adoro também uma boa sessão de cinema caseira. E, como ultimamente ando afastada das salas de cinema, venho por este meio felicitar a pessoa que inventou a pirataria. O meu bem-haja! Graças a essa pessoa tenho aumentado a minha lista de filmes já vistos duma maneira vertiginosa sem gastar um tostão. Maravilha!!

 

Ao longo dos tempos tenho visto filmes com os quais tive pena de ter perdido tempo, mas também vi outros filmes que, repetidamente, consumiram horas e horas do meu tempo tantas foram as vezes que os vi. Nunca são grandes épicos, nem aqueles filmes que custam um dinheirão, com produções gigantescas mas que, se os espremermos, pouco conteúdo têm. Se tenho vários filmes que considero como os meus preferidos, não o são pelos motivos acima. Gosto de filmes que me ensinem algo, gosto de filmes que me toquem no coração por algum motivo, gosto de histórias verídicas, mas também gosto de "estórias" que nos fazem sonhar e imaginar um mundo diferente do nosso. Gosto de filmes que sejam pura e simplesmente isso mesmo: filmes.

 

Por isso lembrei-me que podia fazer um post com os meus filmes preferidos. E aqui vão eles, sem qualquer ordem de preferência, à medida que me for lembrando de os escrever...

 

 

 

O Ilusionista

 

Se não é um filme simplesmente fantástico, então não sei... O twist final, o inesperado, o Edward Norton... Tudo simplesmente brilhante.

 

 

 

P.S.- I Love You

 

Já aqui falei dele, noutra ocasião. Porque o verdadeiro amor existe, aquele que todas sonhamos ter.

 

 

 

O Clube dos Poetas Mortos

 

Intemporal pelo único motivo que marca todas as pessoas que o vêem. Carregado de verdade, ensina-nos a ser quem somos, a viver a vida, a não desistir. Carpe Diem.

 

 

 

Big Fish

 

É maravilhoso descobrir que há filmes "pequenos" que nos fazem tão maiores. Uma história de vida, um amor paternal único e singular. Não o mais correcto, mas muito verdadeiro. Uma prova como a vida pode ser tão mais do que imaginamos.

 

 

 

O Fabuloso Destino de Amélie Poulain

 

A inocência. Acima de tudo, a inocência.

 

 

 

12 Monkeys

 

Um filme desconcertante e um desempenho brilhante, por parte do Brad Pitt.

 

 

 

Antes do Amanhecer

 

Para além de ter o meu actor preferido, o Ethan Hawke, é um filme tão simples, tão despretensioso, tão profundo, tão lindo...

 

 

 

Tenho, obviamente, outros filmes dos quais gosto, mas não me tocam como estes, não me dizem o mesmo que estes dizem. Certamente daqui a uns tempos vou ter mais filmes a acrescentar a esta lista. Pelo menos quero acreditar que sim...

 

publicado por dory às 19:45
música: Xiuuuu, os filmes vêem-se em silêncio

07
Mai 09

 

Já quando andava na escola secundária se notava. Perguntam vocês o quê... O prazer que os míudos da minha idade tinham por morarem naquela que eu considero a margem certa do rio. Não sei se alguma vez vou conseguir explicar a alguém o que é morar na margem sul. Acho que nunca vou ser capaz. Também acho que essa pessoa nunca ia ter sensibilidade suficiente para perceber... O morar na margem sul não se explica, sente-se. Vive-se. Cresce dentro de nós. Entranha-se de tal maneira, que este nosso mundinho se torna imenso e inigualável em todos os aspectos.

 

Para quem cá mora, não há margem melhor. Perguntem a quem quiserem, que more cá deste lado, se alguma vez queria ir morar para qualquer outro lugar. Aposto que a resposta vai ser negativa. Não há ponte, barco ou mesmo comboio que nos assuste e nos faça querer passar para o outro lado.

 

Sei, desde sempre, o que é ser desta margem. Sei o que foi crescer com a praia aqui ao lado, com Lisboa tão "longe" e o centro da nossa vida ser Almada Velha. Sei o que foi ter sempre o nosso cantinho organizado, andar na escola com as mesmas pessoas quase desde que nascemos. Estar com os amigos nas aulas, sair à noite e reencontrar as caras que conhecemos do nosso prédio, da nossa rua, do nosso bairro.

 

Mas também sei o que é ter a independência de estar tão longe e tão perto da capital. Crescer ao lado da grande cidade, sem os grandes luxos da mesma. Fazer da nossa zona a nossa própria capital.

 

Há um sentimento de calma, liberdade, tranquilidade deste lado da ponte. E por muito que se tente, apenas nós o conseguimos sentir, respirar e interiorizar...

 

 

publicado por dory às 21:33
sinto-me: Bairrista
música: "Sol da Caparica" - Despe e Siga

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